Domingo, 21 Janeiro 2018

Multas podem chegar a R$ 50 milhões

Fiscais da Semam acompanham possíveis danos ambientais desde quinta-feira (2)

A Secretaria de Meio Ambiente vai apurar as possíveis infrações cometidas pela empresa Ultracargo no acidente que resultou em grande queima de combustível na atmosfera, no surgimento de peixes mortos no estuário, entre outros impactos ambientais.

Desde o começo da queima dos tanques, fiscais da Semam e equipe técnica da Cetesb acompanham os danos causados com relatórios e análises químicas e biológicas de amostras coletadas no local.

O Município possui duas leis que serão analisadas para aplicação, de acordo com o que ficar configurado nos laudos que estão sendo elaborados. A primeira é a Lei 1665/98, que define acidente poluidor e dispõe sobre a aplicação de penalidades aos causadores.

Sancionada pelo Prefeito Paulo Alexandre Barbosa, a Lei Complementar 817, de 10 de dezembro de 2013, surgiu da necessidade de ter um instrumento mais eficaz para punir às empresas geradoras de impactos ambientais. O foco do dispositivo legal é a prevenção à degradação ambiental, proteção à fauna e a flora, controle da poluição do ar, da água e do solo.

As multas podem variar de R$ 50,00 a R$ 50 milhões, podendo ser cumulativas e em conjunto com outras sanções administrativas. As infrações são punidas com multas simples, multa diária, embargo da atividade, suspensão parcial ou total de atividades e até restritiva de direitos.

Destinação
Os recursos arrecadados com o pagamento das multas ambientais aplicadas pelo Município, com base na Lei Complementar 817, são revertidas em 50% para o Fundo Municipal do Meio Ambiente, 25% Fundo Municipal de Assistência Social e 25% Fundo Municipal da Criança e do Adolescente.

foto: Eco faxina - 

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Moradores da Zona Noroeste, e principalmente irmãos da Alemoa estão muito preocupados com o Meio Ambiente e sua vida. Hoje, os residuos do incêndio já estão descendo, e não parece nada bom.
Seja o Relato do nosso amigo Didi que é Presidente da Sede de Melhoramentos do Jd. São Manoel, bem ao lado do incêncido hoje de manhã.

Urgente Preciso de Informações !!!!
A Coisa ta Feia...começou a contaminação pro solo ,este produto químico desce com a chuva ou sereno...toda fumaça esta vindo em direção ao Jd.São Manoel isso pode causar diversas doenças..olha como ficou meu carro a noite toda..( Compartilhem!!!)
Informações..
ATENÇÃO BAIXADA!!!
A Informaçào que tenho é que o produto do tanque que está ardendo na Ultracargo é metanol. Metanol, também conhecido como alcool metilico, é um veneno que destroi funções neurológicas, foi responsavel por milhares de casos de morte e cegueira no Egito e na Índia. Fiquem o mais longe possivel do incêndio!

foto: Didi

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Quem vê hoje a Zona Noroeste, nem imagina que antigamente a região era um manguezal. E que riachos com fartura de peixes cortavam a area e ajudavam os moradores com a prática da pesca. Outra característica da época eram os banais que tomavam conta do lugar, bem como vegetações tropicais.

Devido às inúmeras dificuldades diárias, encontradas por quem escolhia a ZN para morar, os primeiros moradores eram chamados de desbravadores.

A intensificação do povoa ameno da Zona Noroeste se deu em meados da década de 50, principalmente por migrantes nordestinos que vinham trabalhar no pólo industrial de Cubatão.

Os bairros que a compõem são Alemoa, Areia Branca, Bom Retiro, Caneleira, Castelo, Chico de Paula, Piratininga, Rádio Clube, Saboó, Santa Maria, São Manoel, São Jorge, Ilhéu Alto, Porto Alemoa, Porto Saboó e Vila Haddad.

Muita gente não sabe, mas no começo o transporte era feito com burros que puxavam os carros, e um tempo depois foram substituídos por bondes da companhia City. O percurso era feito do Largo do Rosário, hoje conhecido como Praça Rui Barbosa e até a Nossa Senhora de Fátima, mais precisamente até o antigo matadouro (pois antigamente era o lugar onde era feito o abate dos bois que vinham para a cidade), onde hoje esta localizado o SESI.

Como o bonde não passava em todos os bairros o resto do percurso era feito a pé, e quando havia as enchentes decorrentes das fortes chuvas os barcos eram utilizados.

Uma das principais obras grandiosas foi à construção do cemitério da Areia Branca, o ano de 1953, pelo prefeito Antônio Ezequiel Feliciano.

Quando conversamos com moradores mais antigos eles contam que como a região não possuía muitas casas e era composta de bastantes vegetações, muita lama era comum aparecer animais de diferentes espécies, como lagartos, alguns saguis entre outros.

Michele Rocha

Pesquisa: Site Novo Milêio (imagem e pesquisa)

Site de Santos Novos Tempos 

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O nome Areia Branca, foi proveniente do solo, uma areia de cor clara que cobria a região.

No começo era pertencente à cidade vizinha, São Vicente. Não se sabe o motivo e nem quem decidiu trazer a divisa das duas cidades mais adiante fazendo com que o bairro fizesse parte de Santos.

Tudo começou no final da década de 40, com o lugar sendo uma grande favela, em que as pessoas simplesmente invadiam, muitas vezes com interesse políticos envolvidos.

Uma de suas características são as suas ruas parecidas com labirintos, tornado assim comum as pessoas se perderem por lá.

Como no começo não havia luz, o recurso utilizado eram as lamparinas. Mas quando foram instaladas as fiações elétricas no cemitério, os moradores puxaram fios para iluminar as casas, porém isso não durou muito tempo, porque a fiação feita de forma ilegal foi descoberta e cortaram esse benefício.

O local tem alguns pontos que sevem como referência para a Zona Noroeste, alguns deles são: o cemitério da Areia Branca, o estradão e a passarela do samba Dráuzio da Cruz, que traz pessoas de diversos lugares para a região.

E o bairro também irá contar com o primeiro shopping da ZN, o Ecoplaza, o nome é proveniente de suas instalações que vão seguir os conceitos ecológicos, como a captação de água da chuva.

Michele Rocha 

Fontes:  http://pt.wikipedia.org/wiki/Areia_Branca_(Santos)

http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0100b17.htm

http://www.santos.sp.gov.br/?q=noticia/376354/zona-noroeste-ter-1-shoppping-center

Imagem :  www.novomilenio.inf.br 

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Acidente aconteceu na manhã desta quarta (4).
Segundo o dono, não havia ninguém dentro do veículo.
Um ônibus trailer, que serve de residência para um morador de Santos, no litoral de São Paulo, pegou fogo na manhã desta quarta-feira (4). O Corpo de Bombeiros precisou ser acionado para conter as chamas. Ainda não se sabe quais foram as causas do acidente. Ninguém ficou ferido.
Segundo o dono do veículo, Júlio Maria Rodrigues, o incêndio começou momentos após ele sair do local para fazer compras. "Eu moro no ônibus há uns dois ou três anos. Lá tem geladeira, ventilador e pode ter dado curto em alguma coisa. Me ligaram falando do incêndio e eu corri para ver", conta.
Rodrigues afirma ainda que se recorda de um cheiro de queimado, mas por conta de morar na região da Alemoa, em uma área próxima ao Porto de Santos, o mau odor é comum e não causou preocupação. "Quando eu acordei tinha um cheiro de coisa queimada, mas como aqui é um lugar fedido, pensei que não fosse nada. Até uma gata eu tirei de casa antes de sair, porque ela tá com um filhotinho e deixei eles para fora e fui fazer compras", diz.
Segundo informações dos agentes do Corpo de Bombeiros que atenderam o chamado, ainda não será possível uma remoção do veículo do local já que será necessária uma perícia para confirmar as causa do acidente. Enquanto isso, Rodrigues afirma que vai colocar algumas peças de roupa em uma mochila e dormir em um dos outros trailers. "Tem tanta gente que mora em trailer fora do país. Eu sou comerciante. Montei uma lanchonete aqui, que é alugada, e vou pegar uma mochila e domir em um dos outros veículos", finaliza.

(Foto: Mariane Rossi / G1)

Fonte:http://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2015/03/trailer-de-morador-de-santos-sp-pega-fogo-e-fica-destruido.html