Domingo, 25 Fevereiro 2018

Santos utiliza a tecnologia para melhorar o trânsito. Uma moderna Central Semafórica Computadorizada funciona 24 horas, na sede da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), na Vila Mathias. O espaço, que integra o Centro de Controle Operacional (CCO), reúne uma equipe de 28 profissionais que operam equipamentos sofisticados. Eles controlam em tempo real todo o Sistema de Monitoramento de Veículos no Município, em especial na orla e na entrada da cidade, capturando imagens sobre a fluidez do trânsito e os mais diversos conflitos como acidentes, interferências e funcionamento dos semáforos nas centenas de cruzamentos.

Os operadores, que se revezam em turnos de seis horas, contam com a ajuda de 11 câmeras de circuito fechado de televisão, sendo cinco com giro de 360 graus e zoom (aproximação). A transmissão das informações é feita por meio de fibra ótica usando tecnologia IP e sistema ‘no break’ para o funcionamento em caso de falta de energia.

Dos 381 cruzamentos semaforizados, 217 estão interligados à Central, o que corresponde a quase 58% do sistema. “As câmeras permitem a observação do tráfego. Com isso é possível controlar o tempo semafórico, identificar falhas, acertar o sincronismo no caso de acidente ou interdição e, se necessário, acionar os agentes de trânsito, a Polícia Militar ou até mesmo socorro médico”, explica a coordenadora Ana Paula Dias, da CCO.

Programação analisa horários de pico

A programação do sistema é feita pela Gerência de Suporte Técnico. “Os programadores analisam os horários de picos dos principais corredores e determinam o estágio dos ciclos (intervalos de tempos) para fazer fluir os sentidos em que a prioridade é necessária ao longo do dia. A sincronização é importante para manter essa fluidez em especial nos corredores em que o volume de tráfego é maior”, destaca o engenheiro José Gonçalves Simões Jr. da Unidade de Planejamento de Sistemas Semafóricos. Os horários de maiores picos são das 7h às 9h, das 11h30 às 14h e das 17h às 20 h.

Entre os locais contemplados com os monitoramentos estão alguns cruzamentos dos principais corredores, como as avenidas Nossa Senhora de Fátima, Martins Fontes, Conselheiro Nébias, Ana Costa, trechos da orla, Waldemar Leão, Washington Luis (canal 3) Bernardino de Campos (canal 2), Centro Histórico e Vila Mathias.

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Infraestrutura adequada, melhor atendimento, mais conforto para a população e valorização dos funcionários. É com esse intuito que a prefeitura construirá quatro novas policlínicas: na Ponta da Praia, Areia Branca, Vila Nova e no Morro do São Bento. Integrantes do Programa de Reformas e Obras Novas (PROSaúde), as unidades estão orçadas em R$ 9,3 milhões, oriundos do município e governo estadual. O edital de licitação para contratação das empresas que irão fazer as obras foi publicado ontem (30) no Diário Oficial.
Em visita à unidade de saúde (UBS) da Ponta da Praia (Praça Engenheiro José Rebouças Rebouças), o prefeito Paulo Alexandre Barbosa informou que as intervenções - todas em terrenos próprios -, devem começar em 90 dias, com prazo de conclusão em 10 meses.
A principal novidade dentre os anúncios é a policlínica da Vila Nova, que não contava com unidade de saúde. O equipamento será construído na Praça Iguatemi Martins 29/36. A unidade da Ponta da Praia será transferida para a Praça Primeiro de Maio s/nº; no Morro São Bento, a população terá maior facilidade de acesso com a mudança de endereço do serviço que funciona na Rua São João, para a Rua das Pedras s/nº. Já o equipamento da Areia Branca (Rua Francisco Lourenço Gomes, 118) será demolido para dar lugar à policlínica.
O modelo de policlínica, criado na década de 90, é reintroduzido no município com conceitos mais modernos, focados na humanização do atendimento e melhor estrutura, com itens de acessibilidade e espaços adequados aos serviços oferecidos.

Nova realidade para rede de saúde de Santos
Também estão em processo de licitação os projetos das obras das policlínicas do Bom Retiro, Caruara e Santa Maria, orçadas em R$ 7 milhões, além da UPA da Zona Noroeste, com custo estimado de R$ 3,5 milhões. Desde o início do ano passado foram entregues as policlínicas do Gonzaga, Marapé e Monte Serrat.
Pelo PROSaúde há 15 unidades que passam por intervenção: NAPS-III, NAPS-IV, AMBESP, CRT (Secraids), Serfis, Lar e Abrigo, Casa de Apoio e Solidariedade ao Paciente de Aids, UBS São Manoel e Piratininga, UBS PA-Nova Cintra, UBS Campo Grande, UBS Valongo, USF Monte Cabrão, PS Central, PS Zona Leste e PS Zona Noroeste, UPA da Área Central e Hospital de Clínicas e Maternidade (antigo Estivadores).

Mais detalhes das 4 policlínicas:
Ponta da Praia (Praça Primeiro de Maio, s/nº):
Área - 819 m2
Previsão de custo - R$ 2.411.519,66.
Infraestrutura: prédio térreo com sete consultórios, recepção e salas de medicamentos, vacina, inalação, curativos, odontologia e de Atividades Coletivas.

Morro São Bento (Rua das Pedras s/nº):
Área - 837,85 m2
Previsão de custo - R$ 2.917.907,56.
Infraestrutura - Três pavimentos, com seis consultórios, salas de vacina, observação, curativos, coleta, inalação, odontologia e de medicamentos.

Vila Nova (Praça Iguatemi Martins, 29/36)
Área - 708,4 m²
Previsão de custo - R$ 1.902.557,61.
Infraestrutura - Prédio térreo, com cinco consultórios, salas de observação, coleta, vacina e medicamentos.

Areia Branca (Rua Francisco Lourenço Gomes, 118)
Área - 672,77 m²
Previsão de custo - R$ 2.094.849,95.
Infraestrutura – Prédio térreo e mais três pavimentos, com seis consultórios, elevador para macas, recepção, inalação, sala de curativos e acolhimento, odontologia, terá uma sala de atividades coletivas e uma de observação.

PERSONAGENS
“Com essas obras, a qualidade do atendimento melhorará ainda mais porque aqui já somos muito bem tratados por todos da unidade”. (Helena Gattermeyer, 65, aposentada)
“Trabalho nessa unidade há 22 anos e a notícia foi ótima. Quando trabalhamos num lugar mais estruturado, temos mais disposição para o serviço”. (Maria José Santos Luz, 56, auxiliar de enfermagem da UBS da Ponta da Praia)

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Os trabalhos de pintura para a sinalização de solo nas principais vias de Peruíbe seguem em ritmo acelerado. Segundo a Secretaria de Trânsito de Peruíbe, mais de 80% do serviço já foi realizado. Ainda nesta semana a equipe deve finalizar a pintura nas lombadas e faixas de pedestre e dar início à colocação das tachas refletivas, as populares ‘tachinhas’.

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Mais uma ação da fase educativa da campanha ‘Cidade sem Lixo’ foi realizada nesta segunda-feira (30), desta vez no cruzamento das ruas Brás Cubas com Amador Bueno, no Centro Histórico. Motoristas e pedestres foram surpreendidos com a performance circense do grupo ‘Os Panthanas’, para conscientizar sobre a importância de manter as vias públicas limpas.
Fiscais das secretarias de Finanças e Meio Ambiente, e guardiões cidadãos orientaram e distribuíram, durante 1h30, mais de 100 sacolas plásticas. De passagem pelo local na hora do almoço, a analista de operações comerciais Elaine dos Santos Alves, 33 anos, já está ciente que a partir do próximo sábado (5) começa a segunda fase da iniciativa, com aplicação de multas a quem for flagrado cometendo o descarte irregular. “As pessoas já deveriam ter essa consciência e educação”.
Quem também faz a sua parte é o tecnólogo naval Marco Aurélio da Costa, 43. “Coloco meu lixo no bolso ou no carro para jogar depois no lugar certo”. A segunda etapa terá apoio da Polícia Militar e Guarda Municipal. O valor da multa poderá ser de R$ 150,00 para até volumes de 2 litros; R$ 250,00, para resíduos de 2 a 100 litros; R$500,00, nos casos de volumes de 100 a mil litros; podendo chegar a R$1.000,00, para o descarte superior a mil litros. Agentes da CET darão reforço para coibir motoristas infratores.

Fase educativa - Nesta terça-feira (1º), às 12h, a campanha será realizada na Avenida Ana Costa com Rua Carvalho de Mendonça; na quarta (20), no mesmo horário, na Avenida Conselheiro Nébias com Rua Lobo Viana; e quinta, às 10h, na feira do Saboó.

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Um recorte diferente sobre as formas de fazer o tradicional cafezinho, com um olhar voltado para a estética e a tecnologia, pode ser conferido na exposição ‘Forma: objetos do café’. A mostra é realizada no Museu do Café (Rua XV de Novembro, 95, Centro Histórico), com apresentação de diversas peças do século XX, como máquinas para torrefação, moagem do grão e infusão, cafeteiras e embalagens variadas.
Entre as curiosidades, três cafeteiras desmontadas são apresentadas por fios de nylon, chamando atenção dos visitantes. Uma delas é a italiana, criada na década de 30 por Alfonso Bialetti, que trouxe uma significativa evolução no preparo do café, dispensando o uso do bule. Outra conhecida é a ‘globinho’, toda de vidro e com produção de um café de sabor mais suave. A terceira é a napolitana, uma variação da italiana, mas de menor tamanho, e bastante usada na Europa.
O acervo é formado por peças do próprio museu e de colecionadora da Capital. A exposição pode ser visitada até de 14 de setembro, de terça a sábado, das 9h às 17h, e aos domingos, das 10h às 17h. Informações:
site museudocafe.com.br 

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