Sábado, 20 Janeiro 2018

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O Botafogo contabilizou prejuízo após ceder o Engenhão para o clássico entre Vasco e Fluminense, pela sexta rodada do Campeonato Carioca. O Alvinegro enviou documentação para a Federação de Futebol do Rio de Janeiro (Ferj) em que cita 60 cadeiras quebradas pelos torcedores rivais. Foram 55 peças danificadas pelos vascaínos, com outras cinco pelo lado tricolor.

O prejuízo total foi de R$ 8 mil. O Vasco venceu o Fluminense por 1 a 0, no clássico que só foi disputado no estádio administrado pelo Botafogo por causa de discórdia – sem solução até o momento – entre as duas diretorias.

O Botafogo notificou a Ferj, que enviará as cobranças para as diretorias de Vasco e Fluminense. Cada clube terá a responsabilidade de acertar a dívida de acordo com o estrago feito nas arquibancadas pelos seus torcedores. A maior conta, com isso, será paga pelo clube de São Januário.

Há a possibilidade de o valor ser pago diretamente ao Alvinegro. Ou então, o dinheiro pode ser descontado dos lucros obtidos pelos rivais em jogos válidos pelas próximas rodadas do Carioca.

Discórdia entre Flu e Vasco

A discussão que tirou o duelo do Maracanã teve início quando o presidente cruzmaltino, Eurico Miranda, alegou que só colocaria sua equipe em campo no estádio caso a torcida vascaína ocupasse o lado direito das cabines de rádio, local tradicional dos torcedores de São Januário. A alegação do dirigente era a de que o clube havia obtido tal direito em 1950, por ter sido o primeiro time a ser campeão carioca no estádio.

Em 2013, porém, o Tricolor, assim como o Flamengo, assinou um contrato com o consórcio que administra o Maracanã e escolheu justamente o lado direito para recepcionar seus torcedores. Firme em sua posição, o clube das Laranjeiras não abriu mão de seu direito e o impasse foi criado.

Sem acordo, coube a Federação de Futebol do Rio de Janeiro (Ferj) apresentar como solução a transferência do local para o Engenhão.

Fonte: http://esporte.uol.com.br/futebol/campeonatos/estadual-do-rio/ultimas-noticias/2015/02/25/botafogo-cobra-flu-e-vasco-por-cadeiras-quebradas-no-engenhao-em-classico.htm

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O Flamengo, oficialmente, deu adeus a Léo Moura. O lateral direito teve a sua saída anunciada pelo diretor Rodrigo Caetano nesta segunda-feira. Este era o prazo dado por Vanderlei Luxemburgo para a definição do caso, que se arrastava desde a última quinta-feira e chegou a irritar o treinador. O veterano - que tinha contrato com o Rubro-Negro até o final do Campeonato Carioca - fica no clube até domingo, antes de fechar contrato com o Fort Lauderdale Strikers-EUA.

"O Flamengo não vai criar nenhum tipo de dificuldade. É a forma que tem de reconhecer todos os anos que o Léo viveu aqui. Lamentamos a saída. Não gostaríamos, mas temos que entender que é um projeto de vida", explicou Caetano.

Léo Moura tem 36 anos e estava no Flamengo desde 2005. Pelo clube, foi campeão brasileiro em 2009, da Copa do Brasil em 2006 e 2013, e cinco vezes campeão carioca. A passagem vitoriosa do lateral pela Gávea termina com tensão, após virar na reserva nos últimos jogos e ter dificuldades para fechar renovação contratual no final da temporada 2014.

A relação com a torcida rubro-negra, no entanto, é próxima. O lateral foi homenageado pelos fãs em jogo no Maracanã na última quinta-feira. Também teve o seu nome pedido por torcedores no domingo, durante jogo em Volta Redonda. As vaias ao titular Pará durante o empate por 1 a 1 com o Madureira incomodaram Luxa.

Com o futuro definido, Léo Moura cumpre agenda com o Flamengo até o próximo domingo, data do clássico com o Botafogo pelo Campeonato Carioca. Luxa já descartou qualquer tipo de homenagem ao veterano durante um jogo oficial. Ele deverá seguir como reserva da equipe nestes dois últimos jogos pelo clube - na quarta, o Fla estreia pela Copa do Brasil contra o Brasil de Pelotas.

"Estou à disposição para os jogos de quarta e domingo. Se vou jogar ou não, vai depender do treinador. Mas estou aqui 100%", avisou Léo Moura.

Com a perda da posição para o ex-gremista Pará e a aproximação do fim de seu contrato, Léo Moura aceitou o adeus ao Flamengo e a investida do Fort Lauderdale Strikers, time norte-americano que tem o ex-jogador Ronaldo com um dos sócios. O lateral disputará a segunda divisão nacional pelo seu novo clube.

O adeus acontece após a relação entre Flamengo, Léo Moura e Vanderlei Luxemburgo estremecer. Desde as férias até a pré-temporada em Atibaia e também nas primeiras rodadas do Carioca, o ambiente foi tenso. O jogador gostaria de ter assinado um vínculo mais longo e percebeu que a oferta para defender o clube por um período inferior ao que desejava era uma demonstração de que o seu prestígio já estava abalado na Gávea.

Pará foi um pedido especial de Luxemburgo – os dois trabalharam juntos no Grêmio entre 2012 e 2013. Léo Moura será reserva após superar dores na coxa direita.

Um recado do Léo Moura através das redes sociais ainda em dezembro, em que citou características do ingrato, não foi bem aceito pela diretoria rubro-negra e gerou debates sobre o lateral. Uma entrevista após amistoso contra o São Paulo em janeiro, em que ressaltava seu passado vitorioso pelo clube, também foi um movimento para deixar claro o descontentamento do jogador com os seus últimos passos no Flamengo.

Fonte: http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2015/02/23/flamengo-cumpre-prazo-dado-por-luxa-e-confirma-saida-de-leo-moura.htm

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Ex-jogador, marcado por pênalti perdido contra o Palmeiras na semi de 2000, aposta no técnico como trunfo alvinegro no torneio que começa hoje: "É o pilar da equipe"
Marcelinho Carioca é nome recorrente nas listas dos maiores ídolos do Corinthians, geralmente nas primeiras posições. Venceu quase tudo no clube: Brasileiro, Paulista, Copa do Brasil, o Mundial. Falta em seu currículo aquela que sempre foi apontada como a obsessão alvinegra, a Libertadores. Ele teve algumas chances, a maior delas, em 2000, quando parou nas mãos do goleiro Marcos, do Palmeiras.
Foram 12 anos até que a desejada taça brilhasse finalmente na galeria corintiana graças a um time lembrado menos pelos valores individuais, mais pelo espírito coletivo, comandado por Tite, o mesmo técnico que retorna ao clube nesta temporada com a missão de conquistar o bicampeonato continental.
É justamente o treinador, já marcado na história do Corinthians, que o ex-meia aponta como grande trunfo da equipe para o torneio, que começa nesta quarta-feira para o clube, no duelo de ida da primeira fase da competição contra o Once Caldas, em Itaquera.
- Ele é o pilar, é quem vai levar o Corinthians ao bi da Libertadores e ao tri mundial – afirma Marcelinho.
- Durante o ano em que ficou ausente, ele conseguiu absorver novas formas de treinamento, sobre a parte psicológica e emocional. Hoje, a gente observa as entrevistas dele e dá para ver que ele amadureceu muito – diz o ex-jogador, lembrando o período em que Tite viajou para conhecer o método de treinadores como Carlos Bianchi e Carlo Ancelotti.
O eterno camisa 7 também elogiou o relacionamento que o técnico mantém com o elenco.
- Ele blinda os atletas. Não tem como não jogar por ele. É um cara que antevê problemas, que vive intensamente o grupo. Ele sabe se o cara está dando migué, se está de sacanagem. Ele não deixa nada contaminar e consegue extrair o máximo do atleta.
Dentro de campo, o escolhido por Marcelinho não chega a surpreender:
- O Guerrero é primordial para a gente. O Corinthians vai ter que dar um jeito de ficar com ele. Ele vale o quanto ele está pedindo. É fundamental, fez o gol do bicampeonato Mundial – conclui, citando a prolongada negociação para a renovação do contrato do atacante peruano.

Fonte:http://globoesporte.globo.com/futebol/times/corinthians/noticia/2015/02/idolo-marcelinho-carioca-exalta-tite-na-busca-pelo-bi-da-copa-libertadores.html

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O clima para a permanência do meia Petros no Corinthians é insustentável. Isso na visão do próprio meio-campista.

Nos últimos dois dias, ele conversou com pessoas de sua confiança no clube e confidenciou o desejo de sair. Na avaliação de Petros, a dificuldade de comunicação com o gerente de futebol Edu Gaspar e a reserva com Tite no início de 2015 são os principais fatores para isso. Uma decisão definitiva só deve ocorrer na próxima semana, após as eleições que ocorrem no sábado.

Na última terça-feira, ciente da posição de seu jogador, o empresário Fernando Garcia teve discussão ríspida com Edu no Parque São Jorge. A saída de Mano Menezes e a chegada de Tite faziam Garcia acreditar que Petros perderia espaço no Corinthians. De maneira íntima, o jogador dizia a seu estafe que gostaria de superar a rejeição de Edu e conquistar o novo treinador.

Mas, desde o primeiro treino do ano, Petros sempre foi reserva. Na estreia pela Copa Libertadores, há dois dias, Tite só tinha seis vagas no banco para jogadores de linha contra o Once Caldas-COL e preteriu o meia. Em 2015, técnico e jogador tiveram pelo menos duas conversas em particular. Na primeira, Tite explicou a opção por um jogador mais criativo - antes era Lodeiro, depois passou a ser Jadson. Já no papo seguinte, quarta, o treinador assegurou que deixá-lo fora do banco era questão meramente técnica.

Na tarde de quinta-feira, o presidente Mário Gobbi e Fernando Garcia conversaram para fechar a saída de Petros, mas não houve acordo financeiro - Corinthians e o empresário têm 50% cada sobre os direitos econômicos. Para ceder a parcela do clube e liberar o meia, Gobbi esperava que Garcia abrisse mão de um débito de R$ 5,6 milhões entre o clube e ele, o que não foi aceito. Fernando Garcia topa a troca por R$ 3 milhões.

No vestiário do Corinthians, também há alguma rejeição a Petros. Segundo o UOL Esporte apurou, o atacante Luciano e ele foram os mais cobrados por colegas experientes na eliminação para o Atlético-MG na Copa do Brasil 2014. A personalidade do meio-campista, que chegou ao clube há nove meses, é motivo de desagrado para Edu Gaspar.

A reportagem tentou entrevistar Petros por meio de sua assessoria de imprensa, mas o meio-campista prefere não dar declarações até o momento.

Fonte: http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2015/02/06/reserva-petros-ve-clima-insustentavel-e-diz-que-deseja-deixar-corinthians.htm

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Mesmo há quase seis anos nas Laranjeiras, o atacante Fred teve dificuldades para convencer sua família sobre uma renovação com o Fluminense. Segundo o jogador, seus parentes o pressionaram para que aceitasse uma proposta milionária do futebol chinês, na semana passada. O capitão tricolor renovou com o clube por quatro anos, até o fim de 2018.

"Minha família queria que eu fosse para China. Não porque não gostam do Fluminense, mas não queriam que eu fosse massacrado de novo. A preocupação deles é essa. Fica lá esses três anos e depois volta para ficar 24h com a gente. Mas tenho a competição no sangue e esse sentimento de gratidão. Devagar conversei com minha família e agora eles estão felizes também", disse Fred na coletiva em que foi anunciada sua renovação.

Segundo o atacante, a proposta chinesa foi bem superior ao contrato que fechou com o Fluminense nesta semana. Fred receberá cerca de R$ 800 mil nas Laranjeiras e ganharia quase R$ 1,5 milhão no futebol asiático.

"Quando meu irmão me trouxe a proposta... era uma coisa absurda. Era 70% líquido a mais do que vou ganhar aqui. Mas aceitei ficar porque minha permanência é uma forma de retribuir e encerrar a carreira em um clube que amo. Coloquei na balança algumas coisas", explicou o atacante.

A pressão da família teria acontecido pelos constantes enfrentamentos com uma das torcidas organizadas do Fluminense, que tinha o camisa 9 como alvo principal de suas críticas nos últimos anos.

"Senti que estava tendo injustiça, mas encarei numa boa. Quando o bicho estava pegando para minha família, eu falei: 'Preciso descansar mentalmente.' Recebi conselhos...amigos dizendo que não dava para eu ficar. Alguns lugares que fui jogar, parecia que não era o Fluminense, era só o Fred. Mas isso me fez crescer", contou o jogador, que disse que até mesmo a mudança na diretoria da organizada fez diferença em sua decisão.

"Em alguns momentos te faz refletir. Tive problemas com membros de organizadas. Mas acho que alguma coisa já foi aliviada pela mudança na diretoria. O que mais quero é respeito. Se eu ver que não está tendo respeito ou justiça, ou eu vou lá falar. Até da imprensa. Às vezes, a matéria é colocada de uma forma... Queria que a imprensa tivesse uma relação mais próxima comigo também. Respeito é a base de tudo", encerrou o capitão tricolor.

Fonte: http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2015/01/30/fred-revela-pressao-da-familia-para-deixar-flu-e-aceitar-proposta-da-china.htm