Terça, 12 Dezembro 2017

eremos uma avenida que começará no final da Jovino de Melo e terminará na Vila dos Pescadores.
Financiamento garante contrapartida das obras na entrada da Cidade

Os recursos necessários para a execução das obras a cargo do Município na entrada da Cidade, que integram conjunto de intervenções planejadas para eliminar os congestionamentos nas áreas urbana, rodoviária e de acesso ao Porto, estão garantidos. A Administração vai obter financiamento da Caixa Econômica Federal de R$ 21,5 milhões, correspondentes à contrapartida municipal do financiamento de R$ 290 milhões, obtidos do governo federal por meio do PAC 2 Mobilidade Médias Cidades – Programa Pró-Transporte.

O projeto de lei do Executivo para autorizar a operação financeira foi aprovado pela Câmara no último dia 16, sancionada pelo prefeito Paulo Alexandre Barbosa com a lei n° 3.324, publicada no Diário Oficial desta segunda (19). “Essa operação de crédito visa equacionar os desembolsos necessários da Prefeitura, relativas à contrapartida, possibilitando que as obras ocorram com maior conforto financeiro, projetando o pagamento quando o contrato entrar em fase de amortização, isto é, após a conclusão das obras”, explica o diretor do Escritório de Gestão de Projetos, Maurício Franco.

INÍCIO

As obras da Prefeitura na entrada da Cidade tiveram início em maio deste ano, com o começo da construção de 18 km de corredores de ônibus e outras melhorias na Zona Noroeste, etapa com investimento de R$ 34,5 milhões e prazo de execução em 24 meses. A segunda etapa deverá ser licitada em 2017 e prevê a pavimentação e melhorias em trecho da Avenida Nossa Senhora de Fátima e nas ruas Júlia Ferreira de Carvalho e Zelnor Paiva Magalhães, a nova rotatória Sul da ponte sobre o rio São Jorge, uma via Beira Rio e sua ligação até o canal da Avenida Jovino de Melo.

Em uma terceira fase, será realizada a construção do viaduto sobre a Via Anchieta/Avenida Martins Fontes e as galerias nas avenidas Martins Fontes e na Nossa Senhora de Fátima, para melhor escoamento das águas.

TRIPARTITE
Para solucionar em definitivo o gargalo logístico, também são necessárias obras sob responsabilidade dos governos estadual (nos acessos rodoviários) e federal (acessos ao Porto), totalizando o investimento de R$ 700 milhões, conforme convênio formalizado em 2013 entre as três esferas de governo (Município, Estado e União).

Os projetos do Estado envolvem a Dersa (elaboradora dos projetos) e a Ecovias (concessionária que opera o Sistema Anchieta-Imigrantes), e estão em fase de desenvolvimento, com apoio de representantes da Prefeitura.

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